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Convenções |
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Salas |
M2 |
Teatro |
Classe |
Mesa |
U |
Cocktail |
Banquete |
130.50 |
120 |
63 |
54 |
33 |
110 |
90 |
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128.30 |
120 |
63 |
54 |
45 |
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63 |
48 |
27 |
36 |
27 |
40 |
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63 |
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27 |
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40 |
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99.50 |
88 |
42 |
48 |
42 |
80 |
- |
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99.60 |
80 |
45 |
42 |
33 |
80 |
70 |
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98 |
88 |
42 |
48 |
42 |
80 |
- |
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248 |
230 |
135 |
66 |
61 |
220 |
150 |
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44.50 |
36 |
16 |
14 |
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30 |
14 |
Sala Monserrate - denominda assim em honra do Palácio de Monserrate - Mandado construir no séc XIX pelo Viscinde de Monserrate, Sir Francis Cook e projectado pelo famoso arquitecto James Knowles Jr. Este palácio distingue-se pelo seo estilo Romântico Orientalista claramente expresso pelos valores exóticos da decoração, pelas suas cúpulas bulbosas e pela sua grande Torre circular. Hoje em dia, além da sua arquitectura esplêndida é reconhecido pelos seus espectaculares jardins. |
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Sala Pena - denominda assim em honra do Palácio da Pena - Extraordinário exemplar de construção romântico no séc. XIX em Portugal, o Palácio da Pena foi mandado construir por D. Fernando Saxe Coburgo-Gotha, casado com a rainha D. Maria II, sobre as ruínas de um antigo convento. Serviu como residência de Verão da fanilia real e é monumento nacional desde 1902. A sua beleza arquitectónica, os jardins e os seus interiores fazem deste palácio um autêntico icone da Serra da Sintra. |
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Sala Peninha - denominda assim em honra do Ermida da Peninha - Sita num dos locais mais aprazíveis da Serra de Sintra, junto ás ruínas profanadas de um templo mais antigo - a ermida de S. Saturnino. |
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Sala Queluz - denominda assim em honra do Palácio Nacional de Queluz - Declarado monumento nacional em 1910, este Palácio foi construído na Quinta de Queluz que fazia parte da Casa do Infantado, instituição criada em 1654 para incluir os bens confiscados aos sinpatizantes de Castela após a Restauração de 1640 e providenciar aos sustento dos Infantes da casa real. O velho pavilhão de caça seiscentista ali existente foi reconstruído, após o grande terramoto de 1755, pelo arquitecto francês Jean Baptiste Robillion e por Mateus Vicente que se ocuparam da decoração dos belos espaços interiores e dos jardins re-organizados com geometria "a francesa" tendo sido decorados com variadas estátuas, balaustradas, lagos e azulejos. Este Palácio foi residência oficial da familia real, no tempo de D. Maria (1734 - 1816). |
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Sala Regaleira - denominda assim em honra do Palácio da Regaleira Palace - Considerado um dos lugares simbolicos da Maçonaria em Portugal, sabe-se, que esta casa de campo foi mandada construir em meados do séc. XIX pela Baronesa da Regaleira q que as suas origens provavelmente datam de finais do séc. XVII. Os cenários nesta quinta foram minuciosamente construídos e desenhados de acordo com um universo singular e esotérico. A simbologia alquímica está patente em quase todos os pormenores deste espaço mostrando a presença erudita de equivalências e analogias entre o Microcosmo (Homem) e o Macrocosmo (Universo). |
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Sala Sintra - denominda assim em honra do Palácio Nacional de Sintra - Este palácio é o único sobrevivente íntegro de paços reais medievais em Portugal. Provevelmente construído sobre a resiência dos antigo walis muçulmanos foi paço dos reis portugueses desde o início da Monarquia. D. João (séc. XIV/XV) e D. Manuel I (séc. XV/XVI) são responsáveis por algumas das campanhas de obras que lhe conferem o aspecto actual. Notáveis são as variadíssimas salas, das quais se destaca a sala dos Brasões. |
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Sala Capuchos - denominda assim em honra do Convento dos Capuchos - Eremitério de frades franciscanos, construído por Dº Avaro de Castro em 1560, em cumprimento de um voto de seu pai, o grande vice-rei da Índia, D. Joao de Castro, falecido em 1548, com as suas celas e dependências forradas a cortiça, constitui um saboroso exemplar de austeridade cristã na singeleza da decoração e na magreza dos materiais e espaço utilizados. |
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